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Inception - A Origem

“Inception- A Origem” dos filmes mais originais do ano dentro da ficção científica chega-nos pelas mãos Christopher Nolan. O mesmo realizador Memento e Cavaleiro das Trevas constrói uma obra próxima do universo Matrix, mas é um filme diferente de tudo o que já alguma vez vimos. Vindo de Holywood é uma boa notícia.

Leonardo DiCaprio ou Dom Cobb é perito em entrar nos sonhos das pessoas e roubar ideias, através de uma suposta tecnologia futurista criada pelos militares, mas usada comercialmente por empresas rivais.

Uma dessas empresas, comandada por Saito, Ken Watanabe, contrata Cobb, não para roubar, mas para inserir uma vontade de auto-destruição a um empresário da concorrência.

Ele e a sua equipa, composta por um talentoso elenco, como Ellen Page, Joseph Gordon-Levitt ou Michael Caine, tem literalmente de construir um mundo onde se vai desenrolar o sonho. Mas a questão é que regras básicas como a lei da gravidade ou linhas temporais são difíceis de controlar nos sonhos. É aqui que começa o tipo de acção desenfreada, que nos remete para filmes como Matrix. Para confundir ainda mais o plot, Marion Cotillard, no papel da falecida esposa de DiCaprio decide aparecer em todos os sonhos para o assombrar.

Ao contrário dos blockbusters de verão, este é um filme complexo, com diferentes dimensões dentro do enredo, que nos propõe uma constante reflexão. Para quem gostou de «Memento», a película é o regresso desejado às origens do realizador, depois de duas incursões pelo universo Batman.

Apesar de ser um filme longo e de ter algumas linhas de diálogo demasiado repetitivas, «A Origem» proporciona ao espectador uma experiência mental inesquecível.

Fonte: cineRUM


Carlos Santos
 
 
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